Picadinho, jaca e rã enchem barrigas e mentes na vida (e na virada) cultural

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Uma síntese da virada cultural

“Picadinho ganha força em restaurante”; “jaca conquista espaço em dietas veganas e também ao lado de carnes”; “pouco gordurosa, carne de rã corre risco de extinção à mesa”.

Três notícias recentes da Folha de S.Paulo, destacadas nas edições impressas, ostentadas na internet.

Invadiram os buracos dedicados à cultura.

Igual em outros veículos e sites. Igual cobertura de Masterchefs e assemelhados que enchem buchos e espíritos em nossos dias.

Promovida à oitava arte, a gastronomia conquistou a soberania. Alex Atala é uma espécie de Mondrian; Ferran Adrià, maior que Picasso.  A virada cultural transborda no fogão e na sarjeta.
— Mestre-cuca, o prato do dia, por favor!
— Vamos de quê, rapaz?
— Picadinho, claro, meu Maître à penser!

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