Que pobre! O doutor Spock da Folha não fala vulcano

Hélio Schwartsman, espécie de doutor Spock entre os colunistas da Folha, ainda que desprovido do elã imortal do oficial de ciências da Enterprise, é Ph.D. em Lógica do Tatibitate.

Na coluna de hoje, ao criticar, até certo ponto — na melhor tradição da idiotia da objetividade— o esquerdismo que pauta a elaboração das provas do Enem, ele conclui que “seria muito melhor, porém, que o Inep (…) buscasse ativamente uma certa neutralidade ideológica no conjunto das questões”.

Como ao senhor Jânio de Freitas, seu colega que, supostamente há décadas, enfrenta as duras provas da senilidade, é de se perguntar: em que mundo viverá Schwartsman, em que redoma erguida na Barão de Limeira, em qual torre de marfim uspiana ou estrangeira?

Nossa desgraça se deve justamente à impossibilidade de haver “neutralidade ideológica” no Brasil.

A hegemonia do esquerdofrenismo (doença juvenil intratável e incurável, exceto em casos milagrosos reconhecidos pelo Vaticano) está em pleno vigor.

É infensa e imune à democracia, à melhoria da educação, ao avanço cultural e, essencialmente, infensa e imune aos fatos e à História.

O Spock tenta melhorar a lógica deHélio Schwartman
O doutor Spock tenta melhorar a lógica de Hélio Schwartman
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