Um Woody Allen da hora

Acabo de rever “Bananas”, obra-prima de Woody Allen, para tentar entender o momento político.

No filme, Fielding Mellish (Allen) vai para San Marcos, uma republiqueta na América Central, onde se une aos rebeldes e acaba proclamado presidente do país.

A breve conspiração momesca de Waldir Maranhão, José Eduardo Cardoso e o governador maranhense Flavio Dino cabe na fita à perfeição.

Também entram na paródia brasileira a risada de Dilma Rousseff, a resposta da militância de esquerda ao esculacho de mais um golpe e a coluna na “Folha” de hoje de Mario Sergio Conti — o melhor entrevistador de Felipão da história deste país.

 

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