Um brinde ao Bloomsday

O aniversário do dia no qual se passa a epopeia popular de Leopold Bloom deve ser festejado publicamente ou com alguma leitura e um bom trago de uísque


Festejar o Bloomsday é reverenciar a obra de Joyce,
a literatura, a beleza, os vivos e os mortos


 

“Naquele dia, você fez de mim um homem”, o escritor irlandês James Joyce (1882-1941) disse à mulher, Nora Barnacle, lembrando o primeiro encontro do casal.

Bloomsday
Foto: reprodução da internet

Em 16 de junho de 1904, tal era o dia, transcorre o romance Ulisses, que, como todo mundo sabe, é um pináculo do modernismo literário e da história da literatura.

Tal é o Dia de Bloom, o Bloomsday, ou de Leopoldo Bloom, judeu remediado de classe média, captador de anúncios, inteligente, sensível, imaginoso, xará do herói grego da epopeia de Homero, em cuja estrutura Joyce arquitetou sua própria história, pau a pau, transformando a literatura, revirando as artes e convertendo a vida de qualquer leitor que tenha enveredado por suas páginas.

O Bloomsday, hoje, deve ser festejado publicamente, em um dos eventos programados em Dublin, a cidade onde o Ulisses acontece, refundada por Joyce, e no mundo inteiro, ou simplesmente com alguma leitura do livro e um bom trago de uísque.

Festejar o Bloomsday é reverenciar a obra de Joyce, a literatura, a beleza, os vivos e os mortos.

 

 

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