Quase 30 anos esta noite, no Sempre um Papo

Dou um golpe no google-acaso de manhã e me saio com este recuerdo-regalo de Afonso Borges. Faz 30 anos esta noite, quase, quase. Eram minhas primeiras braçadas no jornalismo, ainda a concluir, no ano seguinte, meu bacharelado tardio, depois do papo de química e empregos na indústria cimenteira.

O Sempre um Papo marcou essa era e por meio do programa de Afonsinho conheci Décio Pignatari, um farol do JS.

A coluna Solo era sim o que parece ser, um espaço próprio, prematuro, entregue temerariamente a um foca por um amalucado chefe Kao Martins, no Diário de Minas, jornal extinto cujo fantasma insiste em orbitar a praça Raul Soares, vigiado por Dinho Araújo e outras almas apenadas.

A época permitia ou, mais que isso, demandava certo descompromisso, a correção política ainda era um fantasma do outro lado do oceano e o jornalismo, o jornalismo era outra história.

 

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