Guinga é para poucos

Guinga
Foto: Manfred Pollert/Divulgação

Guinga, como quase ninguém sabe, é para poucos. Segue assim.

Surgiu agora no Spotify este disco que parece assombração, do mesmo jeito que falo em fantasmagoria ao comentar o álbum novo de Edu Lobo.

Não se consegue parar de ouvir. Esse lugar-comum tornou-se extremamente incomum, não é verdade?

Canção da impermanência lembra um caleidoscópio da escola de violão brasileiro.

Mauro Ferreira escreveu no G1 sobre o CD. Eis um trecho:

“Gravado em Osnabruck, no estúdio da gravadora alemã, e também conduzido pelo violão de Guinga,o álbum Canção da impermanência apresenta repertório de músicas inéditas e autorais, quase todas sem letras, mas a maioria com belos vocais que remetem a tempos idos. É um álbum em que Guinga reverencia mestres que o influenciaram na construção de obra pavimentada com harmonias modernas, mas, paradoxalmente, enraizada em glorioso passado da música brasileira. O repertório é formado por temas compostos solitariamente por Guinga. A exceção, dentre as 13 faixas do disco, é Doido de Deus, parceria com Thiago Amud, compositor que bebe da fonte límpida de Guinga e Francis Hime, entre outros compositores da mesma nobre estirpe.”

.

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s