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Poema da coletânea “Moral das Horas” (Manduruvá Edições Especiais), deste blogueiro, que será lançado na manhã de sábado, 30 de novembro de 2013, das 10h às 12h, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa (Praça da Liberdade, 21).  Anúncios

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Um pouco sobre minha mãe

Volto A escrever à mão e alegra-me Saber a caligrafia da mãe, do lance manso de deitar o Tempo em folhas, Cadernos, papéis de pão, à margem, Orações e contas do seu pouco A letra Que hesita neste bordado fotografa Novenas, receitas, haveres e curtas Dívidas que não sabia dever (E ensinava a nunca se […]

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Feitio

Às vezes cismo se tal feitio é correto para cair no mundo desfilar no desfiladeiro onde modelos se cortam na fuga de figurinos entre cores errantes quando ”The memory throws up high and dry A crowd of twisted things”

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O samba da serotonina

O samba da serotonina é um sambinha meio blues. No contrapasso binário oscila: vai não fui: então seca a dopamina. E a oxitocina? — Dançou! À luz no oeste, endurece, tal chiclete no fim; já noturno é omelete, hecho à moda malsã: clara batida em neve sob espessa lava de ovo, Do ovo que gorou.

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Ansiolítico

Engaiolada, a alma se afina De cor (by heart), o coração cartesiano canta melhor Diligente, a gente se enquadra, a gente pula carniça (leapfrog) em redes sociais. [Originally published in 10 December 2012]

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